Assim FOI a VIDA LUXUOSA de GLÓRIA MENEZES – Ficou Sozinha

200.000€ por mês durante 53 anos. Esse era o contrato de Glória Menezes com a Globo. Mais do que a maioria dos brasileiros vai ver na vida inteira. E esta mulher deixou o primeiro marido por Tarcísio Meira em 1961. Casada, dois filhos ao colo e fez o Brasil inteiro ligar para a Globo, mandar carta, enviar telegrama.

pago por palavra para reclamar quando viram o marido com outra atriz. Nem de mentira aceitavam. Tarcísio é da glória, 59 anos de casamento. E a Globo mandou nota de três linhas e acabou com 53 anos de contrato. E 11 meses depois, os dois no mesmo hospital com a COVID, ela num quarto, ele na UCI, pisos diferentes, e a mulher que disse: “O beijo é o princípio de tudo”.

Não pôde dar o último beijo. Eu vou contar-te o que aconteceu naquele hospital, mas não agora. E quando o homem gravava e quando ligava a câmara e ele punha o personagem de pé com texto, com cena, com emoção, aí subia 40%. Faz a conta, R$ 280.000 R por mês atuando. Para teres uma ideia, dava para comprar um carro zero todos os meses só com o salário e ainda sobrava troco.

Todos os meses um carro zero. É mais do que a maioria das famílias brasileiras vai juntar em 5 anos de trabalho. E a Globo pagou isso durante 53 anos. 53 anos de contrato fixo, ininterrupto, sem pausa, sem renegociação para baixo, sem vamos reavaliar a parceria. A maioria dos casamentos brasileiros não dura 5 anos.

A maioria das carreiras inteiras, desde o início até à aposentação, não chega aos 30. Este contrato durou 53, mais de metade de um século. R$ 200.000 Rais por mês durante mais de metade do um século. E do lado dele a vida inteiro, o todos os dias a mesma mulher. Glória Menezes. 59 anos de casamento. Não, 59 anos de namoro à distância.

Casamento, certidão assinada, aliança no dedo, mesa de Natal com a família inteiro, briga de casal às 11 da noite, conta de eletricidade dividida. Filho crescendo e a dar trabalho, neto a nascer, bisneto no colo. 59 anos a partilhar a mesma cama, a mesma casa de banho, o mesmo frigorífico, a mesma conta bancária, o mesmo apelido, a mesma vida.

E há uma frase, uma frase que Glória disse um dia, anos antes, quando lhe perguntaram qual era o segredo de 59 anos de casamento. Seis palavras. Só seis. E quando ouvires estas seis palavras e depois souber o que aconteceu naquele hospital, vais entender por que eu estou aqui a contar-te essa história agora.

Porque esta história não é sobre salário, não é sobre a Globo, não é sobre nota de imprensa. Esta história é sobre o que acontece quando o beijo que começou tudo não pode ser o que acaba tudo. Mas não te vou contar essa frase agora. Antes disso, Glória com outro homem, dois filhos, a vida montada e largou tudo. Largou o marido, largou a estabilidade, largou a reputação por Tarcísio em 1961, no Brasil de 1961.

Calcula o tamanho do escândalo que este foi, mas não agora. Quatro coisas que tu vai descobrir neste vídeo. Primeira, como uma gaúcha de pelotas, casada, mãe de dois filhos, deixou o marido por um ator que ela conheceu ao vivo numa câmara de TV. E o que é que este ator fez com os dois filhos que não eram dele? Segundo, o que o público brasileiro fez quando a Globo ousou colocar Tarcísio fazendo par romântico com outra mulher.

Chuta. Garanto-te que tu não imaginas o tamanho da reação. E terceira, a nota de três linhas que encerrou 53 anos de contrato. E quanto à Globo, lucrou no exato período em que os cortou. E quarta-feira, mesmo o hospital, andares diferentes e o beijo que não poôde ser dado. Se nunca te inscreveste nesse canal, subscreve já e chuta quantas destas histórias tu já sabias.

Eu aposto que nenhuma. E aposto mais. Eu aposto que quando chegares ao fim desse vídeo, tu vais olhar paraa pessoa que tá do teu lado de uma forma diferente. Se tiver alguém do teu lado. Glória Menezes não nasceu. Glória Menezes nasceu Nilsed Soares de Magalhães em Pelotas, Rio Grande do Sul, 19 de outubro de 1934. Nilsedes, gaúcha do interior, e fez o que muita menina do interior fez na época.

Saiu de pelotas, foi para a cidade grande, tornou-se atriz, trocou Nils Sedes pela glória e recomeçou. No início dos anos 60, Glória já trabalhava na TV Tupi, casada, dois filhos pequenos do casamento. Vida organizada, carreira a caminhar, até que a Tupi escalou-a para um teleteatro ao lado de um ator chamado Tarcísio Meira. O teleteatro chamava-se uma piris Camargo e era em direto.

Naquela época a televisão era em direto, não havia edição, não tinha grava de novo, não tinha corta essa cena e faz outra. O que foi para o ar, foi para o ar. E o que foi ao arrecísio dentro daquele estúdio? A câmara pegou, o público viu, e a vida dos dois nunca mais foi a mesma. Glória deixou o marido em 1961, no Brasil de 1961.

Atriz de televisão, mãe de dois filhos, casada e larga tudo. Marido, casa, estabilidade, segurança, reputação por outro ator que conheceu no trabalho. Pensa no peso que isto tinha. Uma mulher casada com filhos e o que aparecia na televisão de todo o país, larga o marido publicamente por outro homem. Em 1961, quando a separação era vergonha, quando mulher separada era falada, quando deixar o marido era quase um crime social.

E Glória não era uma mulher anónima que podia desaparecer e recomeçar noutra cidade. Ela aparecia na televisão. Todo mundo sabia quem ela era. Todo o mundo sabia o que ela fez. E o meio artístico que hoje em dia finge ser moderno pegou fogo. Comentário, mexericos, julgamento. Mas Glória não se ficou a esconder.

Não ficou em casa à espera do julgamento passar. Não pediu desculpa pública, não deu uma entrevista arrependida, não fez declaração de estou a passar por um momento difícil, ela decidiu e foi. Bancou, assumiu o comando de cabeça erguida e O Tarcísio foi junto. E aqui há uma coisa importante. O Tarcísio também era casado.

Os dois estavam casados ​​com outras pessoas. Os dois largaram os cônjuges, os dois enfrentaram o escândalo, os dois bancaram a decisão e os dois ficaram juntos há 59 anos. Cada um daqueles 59 anos foi uma resposta silenciosa para toda a gente que disse que não ia durar. Em 1962, casaram e nasceu Tarcísio Filho, o filho biológico dos dois.

Mas aqui está um dado que eu preciso que tu grave na memória, porque este dado é daqueles que muda o sentido de tudo o que vem depois. Tarcísio assumiu os dois filhos de glória, os filhos do casamento anterior, os dois, filhos que não tinham uma gota de sangue dele, que tinham pai, tinham apelido, tinham história com outro homem.

E Tarcísio não assumiu por fachada, não assumiu por pressão, não assumiu para ficar bonito na foto, não assumiu porque a assessoria mandou ou porque a revista ia publicar. Anos mais tarde, quando já era velho, Tarcísio disse assim com todas as letras: “E eu quero que tu guardes cada palavra. Nunca quis tomar o lugar do Pai, mas tratei-os como meus filhos, os filhos deles como meus netos, os bisnetos.

Guarda esta frase, anota se precisares, porque esta frase volta lá no final, numa quinta, no Natal, rodeada de gente. E quando ela voltar, tu vais sentir um peso que agora ainda não imagina. Agora a carreira. E eu vou ser rápida aqui, porque esta história não é catálogo de novela, nem lista de Wikipédia. Esta história é sobre o que aconteceu com aquele casal.

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