TRÊS GRAÇAS: SÁBADO 11/04 – Gerluce assum PRESIDENCIA DA FUNDAÇÃO! Faz 1 SURPRESA pra Ferete

TRÊS GRAÇAS: SÁBADO 11/04 – Gerluce assum PRESIDENCIA DA FUNDAÇÃO! Faz 1 SURPRESA pra Ferete/Arminda

Arminda vê quando Gerlu se ocupa a cadeira de presidente e invade a sala juntamente com Feret. O que eles não imaginam é que Gerlu vai fazer algo surpreendente como chefe e que Zenilda esconde algo na bolsa que vai arruinar os vilões. Além disso, Bagdade conta a Casper tudo de mau que Lucélia fez e tem um plano para dar-lhe o troco.

Quando a vilã estiver desprevenida, Bagdade surgirá escondido com uma grande surpresa. Apanhei-te, sua rata. Tudo começa depois de Gerci se sentar na cadeira da presidência da fundação. Rogério e Zenilda festejam. Arminda aparece a espiar a conversa e fica chocada com o que descobre. A vilã invade a sala da presidência juntamente com o Feret.

Zenilda segura a mala para se proteger, como se houvesse uma coisa muito valiosa lá. Furiosa, Arminda questiona: “Mas que audácia é esta desta moradora de comunidade em sentar-se na cadeira da presidência?” Ferete diz: “Vão ter de utilizar litros de produtos de limpeza para desinfetar depois disso”.

Gerlus se levanta-se e responde-lhes: “Vocês estão a gozar porque estão desesperados, não é? Agora sou a presidente da fundação e as coisas vão ser diferentes.” Ferete diz: “A minha cadeira ficou-lhe muito bem, mas ela não ficou nada bem na minha cadeira”. Zenilda ri-se e avisa: “Esta cadeira já não é sua, Arminda diz.

Vamos ver quanto tempo é que esta daí vai manter-se no comando. Rogério responde: “Não sei se vai poder ver, porque já já os dois aí devem parar de frequentar a fundação.” Xénica aparece, chama à porta e diz: “Está tudo pronto, Gerlu? Quer dizer, senhora presidente, já pode ir.” Gerlu se agradece e caminha para a parte exterior. Zenilda olha para Rogério e abre um sorriso.

Arminda fica apreensiva e questiona: “Ir para onde? Para onde é que a Gerci foi?” Zenilda pergunta: “Quer pagar para ver?”, diz Ferete furioso. O ex da minha sócia quer expulsar-nos da fundação. A minha ex quer expulsar a gente do apartamento. Vocês estão disputando para ver quem é mais rancoroso? Zenilda responde: “Não há ninguém a disputar nada aqui.

A vilã para os dois e fala: “A bênção, senhor pastor, está na hora de partilhar o pão”. O pastor diz: “Lucélia, soube dessa taxa que a senhorita está a cobrar do pessoal da chacrinha. Este povo mal tem dinheiro para comprar alimentos e pagar as próprias contas.” Lucélia questiona: “Ué, mas o senhor não faz o mesmo? Tanto quanto sei, cobra o dízimo aos fiéis.

Eu estou a fazer a mesma coisa. A diferença é que eu garanto a sua proteção, assim como vou fazer com a vossa igreja.” Ken fala revoltada. Ah, não, não é possível. Você vai querer cobrar uma taxa até à igreja, é isso? Lucélia responde: “Não vou querer [música] estou a cobrar já. Ou vocês pagam, ou o povo da igreja não vai ter sequer chão para ajoelhar mais.

” Van Dilson diz: “A escolha é vossa. Pode abrir a carteira, pastor. Gerci aparece a ouvir tudo, entra revoltada na conversa deles para tentar ajudar e [a música] diz: “Não é possível, Lucélia. Cobrar ao pastor e da igreja é passar todos os limites.” Lucélia enfrenta Gerlu e pergunta: “É impressão minha ou estás a querer um conflito pessoal comigo? Lucy, saiba que acabou de conseguir.

Já que não vão pagar, então vamos lá para o serviço. Vanilson arranja uma madeira para a gente fazer uma reforma no templo. Bagdade aparece escondido ao fundo da rua, observando a discussão deles e diz assim mesmo: “Isto Lucélia, continua. Está a cair direitinho no meu isco”. Lucélia, Vanilson e o grupo começam a caminhar em direção à igreja para partir tudo.

Kellen, o pai dela e Gerlu vão atrás para tentar impedir. Quando chegam à frente, Albérico fala: “Que Deus tenha piedade de vós e possam perdoar o que vão fazer em casa dela.” Lucélia responde: “A escolha foi sua, que não quis pagar a taxa, Mesquinho. Dilson abre a porta da igreja e Lucélia entra sorridente. [música] Lá dentro, a vilã dá de caras com ninguém mais e nada mais nada menos do que Bagdade [música] de pé, pronto para fazer alguma coisa.

Lucélia começa a rir e diz: “Olha só quem apareceu aqui. Veio pedir perdão pelos seus pecados, foi Bagdade”. Responde: “Quem tem de pedir perdão aqui não sou [música] eu, és tu”. Gozada, Lucélia responde: “Eu não pedi perdão nem aos meus pais depois de tê-los despachado, nem para os meus tios depois de ter levado os dois e ter cobrado o resgate.

Quem dirá eu vou pedir agora com o povo da chacrinha me pagando milhões em taxa?” Bagdade começa a dar gargalhadas. Lucélia troça dele e pergunta: “Estás a rir-te de quê?” Isto pode rir. Ri bastante, mas quem ri por último ri melhor. De repente, os dois escutam o barulho de uma sirene alta tocando.

 

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